terça-feira, 15 de julho de 2014

O Modelo de Educação no Nosso País Contribui Com Inclusão e Abri Espaço para a reconstrução da História.


Ao longo da historia a Educação Brasileira vem passando por grandes transformações mesmo sabendo que estas mudanças a que surgiram privilegia os interesse dos grupos de maior poder econômico, por isto mesmo que ainda não tivemos um projeto de educação totalmente brasileiro, mesmo assim o projeto da educação Inclusiva que está sendo desenvolvido no Brasil tenta garantir um direito que há décadas excluiu milhões de brasileiro tirando o direito de está incluída na sociedade com seres humanos capazes de conquistar o seu espaço e desenvolver suas potencialidades.
O personagem Palomar, criado pelo autor Ítalo Calvino, nos fez refletir sobre os questionamentos do seu romance que as leituras nos leva a pensar, fazer questionamentos, levantar hipóteses, buscar respostas, fazer tempestades de ideias, comparações, e observar o que está em nossa volta. Tudo isto nos leva a crer que todas estas pessoas que se mantiveram as margens da sociedade, sem se quer ser vistas com seres capazes de se desenvolverem no meio a qual estivesse inserida, aos poucos foram surgindo políticas públicas com um olhar voltadas para a educação Inclusiva para garantir o direito de estas pessoas serem incluídas ao meio social como cidadãs capazes de desenvolveres e fazer parte da construção e transformação da sociedade.  Somos sabedores de que o movimento para inclusão das pessoas com deficiência na escola regular de ensino é mundial, e se constrói nas inquietudes do ser humano em busca de respostas as suas indagações, se fortalecendo nas ações de cidadania e na participação popular, que buscaram a reformulação e a criação de novas leis para garantir políticas públicas capazes de promover uma educação de qualidade para todos, assegurada na lei maior do país. A educação inclusiva no Brasil é uma realidade mais ainda lenta no contexto escolar, social e precisam ser mais trabalhadas para que se tenha êxito na inclusão. De acordo com (ABRAMO WICK, 1997) “A escola não pode tudo, mas pode mais, pode acolher as diferenças. É possível fazer uma pedagogia que não tenha medo da estranheza, do diferente, do outro (...)”.
Conclui-se que não existe uma formula pronta ou um modelo, existe caminhos que nos leva a pensar em estratégias que possamos construir um ambiente escolar que atenda as necessidades educacionais destas pessoas com praticas pedagógicas que contribua com o desenvolvimento das potencialidades e a construção de reflexivo e capaz de desenvolver a sua cidadania. Este desafio foi lançado ao Atendimento Educacional Especializado – AEE na perspectiva construção de praticas pedagógicas renovadas, para que haja uma formação permanente possibilitando um grande desempenho sobre o trabalho desenvolvido na escola.

O Modelo de Educação no Nosso País Contribui Com Inclusão e Abri Espaço para a reconstrução da História.O Modelo de Educação no Nosso País Contribui Com Inclusão e Abri Espaço para a reconstrução da História.O Modelo de Educação no Nosso País Contribui Com Inclusão e Abri Espaço para a reconstrução da História.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

SURDOCEGUEIRA E DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA



SURDOCEGUEIRA E DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA


“Incluir significa inserir ao meio e promover oportunidade de desenvolvimento para que haja a promoção e autonomia do individuo.” 



O modelo de sociedade que compõem o nosso país reproduz o preconceito e a descriminação das pessoas com deficiência no Brasil, atitudes como estas faz com quer as pessoas com deficiências múltiplas e surdocegueira, sejam impossibilitadas de se desenvolverem na sociedade por falta de estratégias voltadas para atender suas necessidades e desenvolver o seus potencias e promover a independência e autonomia para assumir o seu papel como cidadão que faz parte da construção da sociedade.
A surdocegueira é uma deficiência única em que o indivíduo apresenta perda da visão e da audição. É considerada surda cega a pessoa que apresenta essas limitações independentes do grau das perdas auditivas e visual. A surdocegueira pode ser congênita ou adquirida.
·Surdocegueira Congênita: É causada por lesões ou enfermidades que comprometem as funçõesdo globo ocular e geralmente acontece com a criança que nasce ou adquire a surdocegueira antes da língua.
· Surdocegueira Adventícia: É causada pela perda da visão ocorrida na infância, na adolescência, na fase adulta ou senil.
Segundo o autor MCINNES (1999) as pessoas surdocegas estão divididas em quatro categorias:
·       Pessoas que eram cegas tornaram surdas;
·       Pessoas que eram surdas e se tornaram cegas;
·       Pessoas que se tornaram surdocegas;
·       Pessoas que nasceram surdoscegas antes de terem aprendido alguma linguagem.
Deficiência Múltipla (DM) é a expressão adotada para designar pessoas que têm mais de uma deficiência. É uma condição heterogênea que identifica diferentes grupos de pessoas revelando associações diversas de deficiências que afetam, mais ou menos intensamente, o funcionamento individual e o relacionamento social. Grande dificuldade para os educadores que atuam nessa área é a insuficiência de literatura sobre o assunto, a falta de intercâmbio de experiências e a escassez de pesquisas científicas e de registros da prática pedagógica. Diante deste contexto,  o
sentido múltiplo, os seguintes aspectos são considerados: tipo e número de deficiências associadas; abrangência das áreas comprometidas; idade de aquisição das deficiências; nível ou “grau” das deficiências associadas. A consideração sobre “gravidade” das deficiências depende de muitos aspectos que extrapolam as condições individuais das pessoas afetadas. Outros aspectos estão envolvidos, tais como: a atitude de aceitação por parte da família; a intervenção adequada para atuar nas causas e nos efeitos das deficiências; a oportunidade de participação e integração da pessoa ao ambiente físico e social; o apoio adequado, com a duração necessária, para melhorar o funcionamento da pessoa no ambiente; o incentivo à autonomia e à criatividade; as atitudes favoráveis à formação do autoconceito e da autoimagem positivos. Dentre todos os aspectos considerados, entende-se que a educação exerce um papel relevante. Intervenções apropriadas e iniciadas o mais cedo possível, resultam em melhores condições de desenvolvimento, de aprendizagem e de integração familiar e comunitária.
Uma das barreiras que enfrentamos na comunicação dessas pessoas é a falta de bagagem que nós educadores não temos o suficiente para encontrar mecanismo que potencialize as habilidades destas pessoas criando oportunidades de aprendizagem satisfatória que contribua para sua interação no âmbito escolar e social.

Referencia 

Fascículo Cinco. SurdoCegueira e Deficiência Múltipla.
Serpa, Ximena. Apostila sobre comunicação para pessoas com surdocegueira
Ikonomidis, Vula Maria. Apostila sobre Deficiência Múltipla Sensorial.